“Exemplo de barbaridade”. As humilhações sofridas por Geizy Arruda na UNIBAN, no dia 22 de outubro, foram assim classificadas por ela ontem em entrevista coletiva a alunos da Escola de Comunicação da UFRJ. O assessor de imprensa da universidade e um aluno desta também se pronunciaram. As versões dos três apresentaram diferenças.
Geizy Arruda garantiu que já viu, na UNIBAN, outras meninas vestidas da maneira que ela estava no dia da humilhação. Disse também que não estava provocando ninguém e que sofreu as hostilidades pelo fato de ser gordinha e loira. Já Rodrigo Pinto, 23 anos, aluno da mesma universidade, tem outra versão. “Meus amigos disseram que ela começou a andar levantando a saia. Vi de longe Geizy provocando eles.”
O assessor de imprensa da UNIBAN, João Pedro Cardoso Cunha, deu ainda mais detalhes sobre a razão das humilhações. “Ela desfilava ao invés de estudar. Veio pra aula querendo ‘dar’ porque não ‘dava’ há muito tempo. Nossos alunos corriam risco de serem agarrados”, segundo ele. A acusada se defendeu dizendo que não é o tipo de mulher que faria isso.
Desde o dia 22 de outubro, estão acontecendo muitas manifestações, como criação de comunidades no Orkut, apoiando Geizy e defendendo que ela foi vítima da ação de preconceituosos. Mas para Rodrigo Pinto, que afirma não ter participado das humilhações, seus amigos não agiram errado. “Não foram machistas. Não dá pra ser gorda e se achar gostosa. Parecia que ela queria arrumar um cliente.” O assessor de imprensa João Pedro Cunha engrossou o coro dos que não acham que cabe a Geizy o papel de vítima. “Ela armou tudo isso para ficar famosa. É inteligente. De loira burra, não tem nada.”
Perguntado sobre a imagem que as pessoas ficarão da UNIBAN, João Pedro Cunha mostrou-se não estar muito preocupado com isso. “A faculdade vai ficar com uma boa imagem para as famílias tradicionais.” Antes mesmo desta declaração do assessor da universidade, aqueles que pensam como ele já tinham sido alvo da ironia de Geysi. “Daqui a pouco vão querer que as moças venham de véu para a aula.” Se depender do assessor, é bem capaz que esta seja uma futura exigência da universidade porque, para ele, namorados só devem, no máximo, andar de mãos dadas e conversar quando estiverem dentro da UNIBAN. Nada de beijo.
Ainda segundo o assessor da universidade, deverá haver um esquema especial para a volta às aulas de Geizy. Volta que só ocorrerá porque a direção da faculdade revogou a decisão de jubilar a aluna. João Pedro Cunha deixou bem claro que esta medida foi tomada a contragosto dos diretores. “A pressão do MEC nos fez revogar a expulsão. Se eu fosse ela, não insistiria em voltar. Se quiser, devolvemos o dinheiro (das mensalidades) gasto neste semestre para a família.”
Geizy Arruda garantiu que já viu, na UNIBAN, outras meninas vestidas da maneira que ela estava no dia da humilhação. Disse também que não estava provocando ninguém e que sofreu as hostilidades pelo fato de ser gordinha e loira. Já Rodrigo Pinto, 23 anos, aluno da mesma universidade, tem outra versão. “Meus amigos disseram que ela começou a andar levantando a saia. Vi de longe Geizy provocando eles.”
O assessor de imprensa da UNIBAN, João Pedro Cardoso Cunha, deu ainda mais detalhes sobre a razão das humilhações. “Ela desfilava ao invés de estudar. Veio pra aula querendo ‘dar’ porque não ‘dava’ há muito tempo. Nossos alunos corriam risco de serem agarrados”, segundo ele. A acusada se defendeu dizendo que não é o tipo de mulher que faria isso.
Desde o dia 22 de outubro, estão acontecendo muitas manifestações, como criação de comunidades no Orkut, apoiando Geizy e defendendo que ela foi vítima da ação de preconceituosos. Mas para Rodrigo Pinto, que afirma não ter participado das humilhações, seus amigos não agiram errado. “Não foram machistas. Não dá pra ser gorda e se achar gostosa. Parecia que ela queria arrumar um cliente.” O assessor de imprensa João Pedro Cunha engrossou o coro dos que não acham que cabe a Geizy o papel de vítima. “Ela armou tudo isso para ficar famosa. É inteligente. De loira burra, não tem nada.”
Perguntado sobre a imagem que as pessoas ficarão da UNIBAN, João Pedro Cunha mostrou-se não estar muito preocupado com isso. “A faculdade vai ficar com uma boa imagem para as famílias tradicionais.” Antes mesmo desta declaração do assessor da universidade, aqueles que pensam como ele já tinham sido alvo da ironia de Geysi. “Daqui a pouco vão querer que as moças venham de véu para a aula.” Se depender do assessor, é bem capaz que esta seja uma futura exigência da universidade porque, para ele, namorados só devem, no máximo, andar de mãos dadas e conversar quando estiverem dentro da UNIBAN. Nada de beijo.
Ainda segundo o assessor da universidade, deverá haver um esquema especial para a volta às aulas de Geizy. Volta que só ocorrerá porque a direção da faculdade revogou a decisão de jubilar a aluna. João Pedro Cunha deixou bem claro que esta medida foi tomada a contragosto dos diretores. “A pressão do MEC nos fez revogar a expulsão. Se eu fosse ela, não insistiria em voltar. Se quiser, devolvemos o dinheiro (das mensalidades) gasto neste semestre para a família.”
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